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CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

 

 

O Japão está localizado no continente asiático, composto por um arquipélago no Oceano Pacífico, acima do Mar da China Oriental. (ver referência 1) Possui área de 377.899 km², ocupada de forma desigual por 127,3 milhões de pessoas, uma das maiores populações do mundo. Por residir desigualmente um numero elevado de indivíduos, sua densidade demográfica também é alta: 344,67 hab./km2 (ano de 2016). Entretanto, seu PIB per capita, e consequentemente, seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) mantém-se muito elevado, com US$ 32.486 (2015) e 0,903 (Pnud 2016), respectivamente.

Apesar da alta demografia, o crescimento vegetativo é negativo, ou seja, o Japão vem perdendo o seu número de habitantes em virtude das baixíssimas taxas de natalidade. Gerando o envelhecimento populacional, já que as taxas de mortalidade são baixas e a expectativa de vida da população japonesa é uma das mais elevadas do mundo (83,6 anos). E então, o número de idosos e aposentados é elevadíssimo, o que ocasiona o surgimento de problemas de ordem previdenciária. 

1.        DESENVOLVIMENTO SOCIAL

A economia japonesa é altamente industrializada, apresentando grande aparato tecnológico. O país se destaca nos segmentos de eletroeletrônico, informática, robótica, automobilístico, entre outros. O Japão detém o segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) do planeta, atrás somente dos Estados Unidos.

O desenvolvimento econômico reflete no alto padrão de vida dos japoneses. De acordo com dados divulgados em 2010 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Japão possui Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,884, ocupando o 11° lugar no ranking mundial, que é composto por 169 países. Entre os fatores que contribuem para essa média estão: o analfabetismo é praticamente inexistente; a taxa de mortalidade infantil é uma das menores do mundo: apenas 3 para cada mil nascidos vivos; a expectativa de vida é de 83 anos.

 

ACESSIBILIDADE

 

 Um usuário de cadeira de rodas publicou uma série de informações referentes à acessibilidade urbana no Japão, e um de seus vídeos mostra claramente experiência de um cadeirante ao usar o metro ou embarcar em um trem.

 

 Sobre trens e mtros no arquipélago,mostra a hospitalidade japonesa em seu melhor. Cadeirantes que planejam visitar o país ficarão felizes em saber que não há nenhum problema em embarcar em um trem. Ao entrar na estação, as máquinas de bilhetes são posicionadas em uma altura baixa o suficiente para que todos possam usá-los, inclusive usuários de cadeira de rodas.

 

 Você pode dizer para um funcionário da estação, que geralmente fica ao lado das catracas, qual o seu destino que prontamente irá auxiliar-lo em embarcar no trem. Ao desembarcar, outro funcionário estará esperando para ajudá-lo. Nos trens antigos, o funcionário posicionará uma rampa para cobrir o vão entre a plataforma e o trem. Nos vagões modernos de trens e metros, a distância é muito curta, segura o suficiente para a entrada ou saída do cadeirante.

 

·         Reutilização de lixo eletrônico para medalhas das Olimpíadas Japão 2020.

 

 Ideia é aproveitar ouro, prata e bronze recuperados em materiais descartados, como telefones celulares, para a confecção dos objetos

Próxima cidade a organizar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, Tóquio pretende confeccionar as medalhas do evento a partir da reciclagem de materiais preciosos encontrados no lixo eletrônico do Japão. A ideia é aproveitar materiais descartados como aparelhos de telefone celulares.

 

Em Londres 2012, foram necessários 9,6kg de ouro, 1.210kg de prata e 700kg de bronze para produzir as medalhas. Em uma comparação, o Japão recuperou em 2014 de materiais descartados 143kg de ouro, 1.566kg de prata e 1,11 toneladas de bronze, números que seriam suficientes para a confecção das medalhas.

 

 A ideia foi discutida em junho deste ano em um encontro em Tóquio que reuniu integrantes do Comitê Organizador para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020, o Ministério do Meio-Ambiente japonês e o governo metropolitano da cidade, assim como executivos de empresas de telefonia, de metais preciosos e empresas de reciclagem.

2.        ATIVIDADES BIOLÓGICAS

 

Em 1968, o Japão passou por um grande crescimento econômico e um rápido desenvolvimento industrial. A poluição industrial, que causou a poluição do ar e da água e a destruição de hbitat naturais, preocupou o Japão na época. Desde então, o assunto “Sustentabilidade” é de grande importância por japoneses, que vêm conseguindo misturar crescimento econômico com sustentabilidade. Nos últimos anos houve avanços no desenvolvimento de tecnologia sustentável, com o uso de energias renováveis, e com a criação de legislações que visam à preservação do meio ambiente e a sustentabilidade.

 

  • SATOYMA: Os japoneses e a natureza vivendo em harmonia

70% do Japão é coberto por florestas, e os japoneses dão um grande valor a essa vegetação. O Satoyama mostra muito bem isso. Satoyama expressa um modo de vida, que busca a harmonia entre o homem e a natureza. Localizadas entre recantos ambientais e o meio urbano, é consideradas áreas abençoadas por fornecer alimentos e madeira.

  •  ECO CIDADES

O projeto de criar eco cidades tem como objetivo promover um país focado em reciclagem, desenvolver as indústrias verdes, criar ciclos para reutilização dos reciclados com a colaboração das indústrias, governo local e consumidores.

 

  • SUSTENTABILIDADE: Coleta seletiva

O Japão é um dos países que mais recicla lixo no mundo, com o ensino de separação de lixo sendo quase uma cultura do país. O Japão já ensina as crianças a reciclarem desde pequenas na escola, fora o fato de ser um dos países mais organizados em relação aos seus despejos, o lixo é separado por categoria e encaminhado para empresas para reaproveitamento.

 

  • ENERGIAS NO JAPÃO

O país investe muito em energia pura, e para tudo dar certo, o governo japonês ajuda até na forma do pagamento de equipamentos de energia solar, que são bem caros. Dependendo de quanta energia uma residência produz, se a família produzir mais do que gastar por mês, a empresa local de energia compra essa sobra, dando lucro para os residentes.

 

O país investe muito em fontes de combustíveis também, como a energia, e já tem uma grande quantidade de carros híbridos, que funcionam tanto com gasolina ou com energia.

  • PLANTAÇÕES DE ARROZ JAPONESAS

No Japão é muito comum o consumo de arroz, até mesmo em refeições como o café da manhã, logo a produção de arroz japonesa é muito grande. Mesmo com todos os agricultores sendo mais velhos que 65 anos de idade e a produção ter caído por isso, o Japão ainda é um dos 10 maiores produtores mundiais.

Além do mais, as plantações de arroz no Japão se tornaram destino turístico, pois os japoneses são tão criativos que plantam as sementes estrategicamente nos locais para que quando crescidas formem belos desenhos. (ver referência 2)

 

  • MELÂNCIAS

No verão o consumo das melancias no Japão é enorme, mais que o Brasil, e é comum presentear amigos e familiares com esta fruta.  A fruta em geral não é cara, porem existem variações da melancia que acabam sendo mais atrativas e com o custo maior.

É comum encontrar varias formas desta tão famosa fruta, as mais conhecidas são quadradas, em forma de coração ou pirâmides.

Para obter o formato desejado, como por exemplo, as melancias quadradas, quando o fruto ainda esta em crescimento é colocado em uma caixa de vidro para que tome sua forma.

3.        INFRAESTRURA

Em 2005, metade da energia do Japão era produzida a partir de petróleo, um 20% de carvão mineral e 14% gás natural. A energia nuclear produzia ¼ da eletricidade do país.

Os gastos do Japão com estradas têm sido muito altos. Os 1,2 milhões de quilômetros de estradas pavimentadas são as principais vias de transporte. A única rede de alta velocidade é uma estrada dividida e limitada por cidades com porcentagem de acesso que as conectamàs principais cidades do Japão. Carros novos e usados são baratos, as taxas de propriedade de automóvel e de utilização de combustível são usados para promover a eficiência energética. Porém, em apenas 50% de todas as distâncias percorridas, o uso de automóvel é o mais baixo de todos os países.

Aí entram as linhas ferroviárias, onde dezenas de empresas competem nos mercados de transporte local e regional de passageiros. Muitas vezes, como estratégia, dessas empresas, ao lado existem empreendimentos imobiliários ou lojas de departamento.

No Japão existem 173 aeroportos e voar é uma maneira popular de se viajar entre as cidades do país​. O maior aeroporto doméstico, o Haneda, é o mais movimentado da Ásia. Os maiores aeroportos internacionais são o de Narita, de Kansai e de Chubu. Nos maiores portos se inclui o Porto de Nagaya.

  • TOKAIDO SHINKANSEN

O Shinkansen (trem-bala) (ver referência 4) é um sistema ferroviário de alta velocidade. Essa rede extensiva de trens de alta velocidade que excedem 300 km/h conecta as principais cidades do Japão.

 

O Tokaido Shinkansen opera em um corredor de 500 km entre Tóquio e Osaka, e por muito tempo tem sido considerado a principal artéria do Japão. Essa linha viaja a uma velocidade máxima de 270 km/h e o tempo de viagem mínimo entre Tóquio e Osaka é, atualmente, de 2h25min. Desde sua inauguração em 1964, o Shinkansen alcançou um recorde considerável de operação em alta velocidade, segurança, volume de transporte e pontualidade. Cerca de 14 trens viajam por hora em cada direção dentro de uma linha única, e a média de atrasos dos trens está entre 0,6 e 1,0 minutos. Além disso, nenhum acidente fatal jamais ocorreu em decorrência de colisões ou descarrilhamentos na linha Shinkansen desde o início de suas operações, sendo um recorde impressionante no quesito de segurança.

 

  • KOTATSU

 

O kotatsu é uma mesa pequena e baixa (para que caibam as pernas das pessoas sentadas à volta) com um pequeno aquecedor elétrico ligado abaixo da mesa. Um Kakebuton (acolchoado grosso) é usado para impedir que o ar quente escape, já embaixo dele, fica o jiki, uma espécie de tapete. 

 

O kotatsu foi inventado no século 14 no Período Muromachi e pode ser encontrado na maioria dos lares japoneses durante o inverno. Originalmente o aquecedor dele era  um poço de carvão que ficava embutido no chão. O kotatsu surgiu como uma espécie de evolução do Irori, uma lareira afundada usado para aquecer a casa e cozinhar alimentos.

Seu antecessor foi o hori-gotatsu uma mesa com um buraco no chão onde ficava o aquecimento para os pés. Assim surgiu o kotatsu que pode ser móvel ao invés de ficar em um único lugar no caso do hori-gotatsu. Antigamente o kotatsu era aquecido através de um jarro com carvão. Atualmente ele é aquecido através da eletricidade.

4.        RELAÇÕES INTERPESSOAIS

Desde a Era Edo, por conta de religiões como o xedoísmo, no Japão há muita descriminação com estrangeiros, e os direitos humanos foram quase que colocados "a força" pelos Estado Unidos no país. Apesar de terem essas leis no país, nada acontece como nos outros países, entretanto o Japão está acreditando cada vez mais em relação a essa ideia, principalmente na parte Economia.

 

 O Japão Ainda tem extrema dificuldade de aceitar estrangeiros mesmo nos dias de hoje. Mesmo as cortes japonesas têm tendência de citar as leis de acordo com as "ideias prevalentes na sociedade", "o bom senso que atua na sociedade", o "bem estar público", conceitos muito vagos oque cria muitas formas de interpretar as leis, isto cria uma insegurança para o povo. Existe muito individualismo e raramente procuram o Poder Judiciário para a solução de problemas, principalmente as mulheres que evitam se expor com vergonha da comunidade.

 

  • JAPÃO PÓS GUERRA

Logo após a Segunda Guerra Mundial, as relações entre os Estados Unidos e o Japão foram designadas pelo Plano Colombo. Esse plano, no qual a intenção era manter o Extremo Oriente sob a influência norte-americana, baseou-se em empréstimos voltados para a reconstrução do capitalismo japonês. Nessa época, os Estados Unidos impuseram ao Japão condições bastante duras, como a proibição de ter exércitos. Mas as imposições não transformaram o país numa economia periférica do capitalismo mundial. Ao contrário, permitiram uma política de desenvolvimento econômico muito bem-sucedida.

 

  • O POVO JAPONÊS

Os japoneses são treinados desde a menor idade para serem independentes e responsáveis com seus objetos pessoais. Dentro das escolas, não são poucas as atividades que visam a independência dos alunos. Desde cedo, aprendem que se sujar tem que limpar, pois são eles próprios que ajudam a fazer a faxina dentro das dependências da escola, inclusive o banheiro. No geral os japoneses se dedicam com afinco ao trabalho. Não é a toa que a média de horas trabalhadas por assalariados no Japão é de 2450 horas ao ano, o que é elevado em comparação com outros países. Esse fato tem o lado ruim que é a morte súbita por excesso de trabalho, e o suicídio provocado por condições estressantes de trabalho. Sem contar as pessoas que acabam se afastando do trabalho por “invalidez” em decorrência de quadros depressivos. Jovens menores de 18 anos também são muito afetados com esse quadro de suicídio.

 

Notamos que as mulheres ainda são minoria em cargos de liderança no Japão. Boa parte delas, não fazem carreira dentro das empresas e nem tem um emprego efetivo. A maioria das mulheres casadas buscam trabalhos temporários. Esse fato se deve às raízes culturais, onde a mulher costuma deixar o emprego após a maternidade, para se dedicar exclusivamente a família. Os japoneses no geral sentem muita vergonha diante de atos indecorosos. Mas o conceito desse sentimento no Japão é algo raramente visto em outros países. Nos tempos dos samurais, a vergonha e a honra era lavada através de rituais suicidas como Seppuku (suicídio em que o indivíduo dá uma facada no estômago). A prática não existe mais, mas seu conceito ainda prevalece na sociedade japonesa. O termo Haji Shirazu pode ser traduzido como “não ter vergonha na cara” e é considerado uma acusação grave no Japão.

 

O Japão sabe como ninguém criar produtos e fazer com que eles ganhem a aceitação do público. As grandes empresas japonesas de diversos setores sabem lançar mão de recursos para aumentar a produtividade e competitividade no mercado onde atuam. Através das inovações tecnológicas, as indústrias japonesas produzem mais em menos tempo, sem que a qualidade do produto seja prejudicado. Apesar de independentes, os japoneses sempre trabalham em grupo com muita eficácia, e é até preferível para a maioria dos japoneses tomarem decisões e fazerem coisas em grupo.

5.        ECOLOGIA E SUSTENTABILIDADE

O Japão há algum tempo sofria da grande doença do capitalismo chamada, consumismo desenfreado. Não se consertava nada, era mais fácil comprar um novo e os problemas eram resolvidos.

 

Hoje em dia as coisas se acalmaram, a lei de reciclagem começou a taxar o lixo eletrônico e as pessoas começaram a pensar mais na hora de trocar, mas a mentalidade do “descartável” está enraizada na sociedade japonesa moderna. Em uma escala menor, mas ainda se joga fora as coisas que não são mais interessantes.

 

O mundo  ainda moderno “força” os japoneses para consumir mais e mais, mas graças a longa recessão e a tendência ecológica dos dias atuais, os japoneses estão aos poucos voltando a entender o verdadeiro valor das coisas, as lojas de usados tem se multiplicado e as pessoas estão aprendendo que reciclar, isso significa tambem, utilizar novamente o mesmo objeto.

 

O Japão experimentou diversas formas graves de poluição ambiental da década de 60 até a década de 70. Além da doença de Minamata, uma série de outras doenças relacionadas à poluição foram descobertas, uma após a outra. Como transtornos respiratórios e intoxicação crônica. Isso ocorrere como resultado da priorização do rápido crescimento econômico em detrimento de padrões para proteger a saúde e a segurança das pessoas. Essas consequências levaram o Japão a estabelecer regulamentações rígidas para proteger o meio ambiente a partir da década de 1960.

 

Uma questão que se tornou um foco de atenção no Japão é a eliminação de resíduos industriais gerados por fábricas e empresas. A Lei de Limpeza Pública e Manejo de Resíduos de 1970 regula os métodos de eliminação de determinados resíduos emitidos por fábricas e empresas, tais como fuligem, lodo, óleo, plástico e outros resíduos. A quantidade de lixo geral (não industrial) gerado no Japão ultrapassa 50 milhões de toneladas por ano desde 1990. Isso aumentou a ênfase dada à reciclagem no Japão, que tem um dos maiores índices de reciclagem de papel do mundo.

 

Hoje o Japão é um dos líderes mundiais no desenvolvimento de novas tecnologias amigas do ambiente. Os veículos híbridos da Honda e da Toyota foram nomeados para ter a maior economia de combustível e as menores emissões. Isto é devido à avançada tecnologia em sistemas híbridos, os biocombustíveis, o uso de material mais leve e melhor engenharia.

 

TURISMO

1.        TURISMO ACADÊMICO

Para ingressar nas instituições japonesas, o esforço é grande. Começando pelo vestibular, considerado um dos pais difíceis do mundo. Ele possui duas fases, e só poderá fazer a segunda se passar pela primeira. Porém o nível de conhecimento é mais elevado do que é ensinado nas escolas do Brasil (por exemplo).

  • COMO FUNCIONAM AS UNIVERSIDADES JAPONESAS

Para ingressar nas universidades japonesas é preciso realizar alguns exames de admissão, que por sinal são muito complicados e exigentes. As escolas japonesas já incentivam seus alunos a estudarem ao máximo durante o último ano do ensino médio com testes preparatórios. (obs: a pressão é tanta que alguns alunos chegam a se suicidarem por não passarem nos exames).

Para ingressar nas universidades japonesas é preciso de 12 anos de estudos, e no Brasil temos 11. Portanto, é preciso cursar o “Curso Preparatório para Ingresso na Universidade” que o Japão possui.

Não precisamos lembrar que o conhecimento do idioma japonês é extremamente necessário pois todos os cursos e aulas são apresentados nele.

  • COMO CONSEGUIR BOLSA DE ESTUDOS NO JAPÃO

O governo japonês ajuda muito nisso. Existe um programa que busca brasileiros (sem cidadania japonesa) com histórico escolar acima de 7 para dar uma bolsa com tudo pago.

A instituição Monbukagakusho aplica um vestibular em inglês para os interessados na bolsa. O objetivo é equilibrar a faixa etária no Japão.

Existe o JET Programme, programa de Japonês de Intercâmbio e Ensino onde jovens estrangeiros atuam em representações de governos locais para promover o enriquecimento do ensino das línguas estrangeiras, o intercâmbio cultural e a compreensão entre as nações.

 

Algumas das melhores universidades do Japão são:

Universidade de Tóquio
Universidade de Kyoto
Universidade de Tohoku
Universidade de Kyushu
Universidade de Hokkaido
Universidade de Osaka
Universidade de Nagoya

Essas 7 universidades são além de Nacionais, são as mais antigas e prestigiadas, portando, as mais competitivas. Conseguir uma vaga em uma delas, é como conseguir uma vaga em uma Federal no Brasil.

 

As 10 melhores universidades japonesas seguindo a ordem do ranking japonês são:

 

1ª. Universidade de Tóquio (48º no ranking mundial, a melhor da Ásia e a mais antiga universidade japonesa)

 

2ª. Universidade de Kyoto (82º no ranking mundial, a 2ª universidade mais antiga japonesa e promove o “espírito de liberdade”)

 

3ª. Universidade de Osaka (165º no ranking mundial, tem acordo com 78 universidade internacionais)

 

4ª. Universidade de Tohoku (214º no ranking mundial, a 3ª universidade japonesa mais antiga e foi a primeira a aceitar inscrições femininas)

 

5ª. Universidade de Nagoya (227º no ranking mundial, 4 alunos ganhadores de Prêmio Nobel e 13% dos alunos são estrangeiros)

 

6ª. Universidade de Hokkaido (263º no ranking mundial, uma das 7 universidades públicas japonesas e considerada como uma das universidades de maior prestígio)

 

7ª. Universidade de Kyushu (265º no ranking mundial, uma das 7 universidades Nacionais do Japão)

 

8ª. Universidade de Keio (277º no ranking mundial, é uma das mais antigas universidades japonesas, e nela está a elite japonesa)

 

9ª. Instituto Tecnológico de Tóquio (286º no ranking mundial, 1 aluno ganhados de Prêmio Nobel em Química)

 

10ª. Universidade de Tsukuba (324º no ranking mundial, 3 alunos ganhadores de Prêmio Nobel e o campus principal é o maior no Japão)

2.        TURISMO DE ENTRETENIMENTO

O Japão é um país que se destaca pelas várias atrações turísticas voltadas, principalmente, para a História, Arte e Cultura. Em função de sua rica história e do bom desenvolvimento socioeconômico, podemos encontrar em seu território, locais que atendem ao gosto de vários tipos de turistas. São muitos museus, parques, monumentos históricos, galerias de arte, belezas naturais, arquitetura antiga e etc.

Foi anunciado, ao final de 2016, os lugares mais visitados por naquele ano.

  • 10. Universal City – Osaka

Em décimo lugar, está o “Universal City”. “Universal City” é toda a região que inclui o Universal Studios Japan (USJ) e os arredores.

O Universal Studios teve um aumento súbito de visitantes graças à abertura da tão aclamada área do Harry Potter. Junto a isso, houve um aumento dos turistas que utilizaram os hotéis e restaurantes da região.

Entretanto, não apenas o “Harry Potter”, as colaborações com os mangas populares “Shingeki no Kyojin” e “Evangelion”, e com a Kyary Pamyu Pamyu, uma cantora japonesa. O USJ foi um dos grandes pontos turísticos mais visitados no ano passado.

  • 09. Os 23 bairros de Tóquio

Os 23 bairros de Tóquio foram um dos pontos turísticos mais visitados em 2016. Afinal, você encontra de tudo nesses bairros, desde coisas bonitas e divertidas a até objetos bizarros e excêntricos.

As cidades mais velhas com diferentes encantos, passeios de cruzeiro, jantares de luxo, portos com fascinantes vistas noturnas, a famosa Sky Tree, o bairro de Shibuya e a Avenida de Omotesando, as lojas de marcas especializadas e shoppings de Shinjuku, a cultura nerd e otaku de Akihabara. São tantos atrativos nesta pequena capital que não é possível aproveitar todos eles em apenas poucos dias.

 

 

  • 08. A cidade de Osaka

Juntamente com os bairros de Tóquio, a cidade de Osaka reúne os maiores atrativos do país.

Osaka Aquarium Kaiyukan, Tsūtenkaku, a vila americana, Dōtonbori e outros são um dos maiores pontos turísticos da cidade. Fora isso, o Takoyaki e Okonomiyaki de Osaka são um dos destaques.

E não é só isso,Osaka é a região das risadas. Os teatros de comédia e as comédias ao vivo atraem muitos turistas todos os anos.

 

  • 07. A Ilha de Ishigaki – Okinawa

Com a construção do “New Ishigaki Airport” em 2013, este ponto turístico ficou ainda mais famoso com as viagens eficientes e rápidas.

Os maiores motivos é, definitivamente, a paisagem do local. O azul do mar se estende por toda a ilha. Cercada por um mar azul e um céu limpo, a ilha é um ótimo lugar para esquecer o estresse do cotidiano.

E ainda, um dos atrativos é a deliciosa comida local. Além de ser muito saborosa, o preço amigável é um grande destaque do local.

  • 06. A cidade de Quioto

A maior cidade japonesa que reúne construções japonesas tradicionais, templos, santuários xintoístas e vestígios de cidades antigas é um dos pontos turísticos mais procurados no Japão, mesmo por turistas estrangeiros.

A cidade passa uma sensação de viagem no tempo com as construções e cidades com o charme do cotidiano de antigamente. Fora isso, há muitas construções que são considerados patrimônios mundiais.

E não se deve esquecer-se do matcha. Os deliciosos doces e refeições com matcha estão em todo lugar. Saborear um matcha enquanto vislumbra a linda vista da cidade é uma ótima sensação.

 

  • 05.  Kanazawa – Ishikawa

Com a construção do Hokuriku Shinkansen, o turismo da cidade alavancou rapidamente.

A cidade de antigas tradições chama muita atenção ainda hoje. Além da fascinante história, os museus de arte da cidade são muito famosos no país. A arte contemporânea da cidade é uma grande diversão para todos.

A culinária local também é muito conhecida. Ultimamente, o sorvete “金箔ソフト – Kinpaku Sofuto” que possui folhas de ouro está ganhando muita popularidade.

 

  • 04. Sapporo – Hokkaido

A cidade de Sapporo é característica por possuir diversões por todo o ano e não apenas em sua temporada de neve.

O centro de Sapporo é extremamente urbano e está desenvolvendo diversas linhas de trem. Em lugares mais afastados do centro, o “Jokanzei Onsen” e outros lugares tradicionais são ótimos lugares para se esquecer a barulheira da cidade grande.

Além disso, os deliciosos frutos do mar são característicos da região.

 

  • 03. Naha・Shuri – Okinawa

A cidade de Shuri e a capital Naha juntas foram os terceiros pontos turísticos mais visitados. Como o “Aeroporto de Naha” é o portão de entrada de Okinawa, os visitantes que vão para Okinawa sempre visitarão essa cidade.

Estas regiões que possuem a tradição e o azul da região são muito atraentes. Muitos visitantes do exterior também visitam a região. E ainda, a culinária local é muito saborosa.

Okinawa é a cidade das praias e mares. Há muitas praias que não ficam muito longe do Aeroporto de Naha. É um ponto turístico muito recomendado para pessoas que querem relaxar.

 

  • 02. Hakata – Fukuoka

A cidade de Hakata é muito conhecida por suas comidas gourmet, mas ela não possui apenas isso.

O aquário de Marine World Uminonakamichi, o Yahuoku! Dome, a linda vista do Fukuoka Tower e o centro comercial de Canal City são alguns dos diversos encantos da região.

E claro, o grande destaque é a deliciosa culinária local. O lámen de Hakata e os pratos preparados em panelas são os grandes destaques culinários da região.

01. Tokyo Disney Resort – Chiba



Em primeiríssimo lugar está o “Tokyo Disney Resort”. A terra de sonhos foi o lugar mais visitado em 2016.

Jovens e adultos amam a Disney Land. O tour de dois dias pela Disney Land e Sea foi muito popular.

Não importa quando for visitar, a Tokyo Disney Resort é uma terra de sonhos que dá aos visitantes esperanças e alegria. Os hotéis ao redor são extremamente populares. Um lugar para aproveitar uns ótimos dias com os amigos, familiares e namorados.

  1. TURISMO DESPORTIVO

Diversos esportes são praticados no Japão. Eles variam desde os esportes tradicionais tais como as artes marciais, chamados budô, em especial o Judô, o Karatê, o Kendo e o Sumô, considerado o esporte nacional, outros como o Go e o Shogi, até os esportes ditos internacionais tais como o futebol (J-League) e o basebol (NPB), introduzidos no país após a restauração Meiji e popularizados através do sistema educacional.

O governo proporciona acesso a diversas modalidades esportivas a seus habitantes e turistas, entre elas tênis, tênis de mesa, vôlei, natação entre outros. Graças ao constante investimento em infra-estrutura de ginásios esportivos, equipamentos e instrutores, o Japão tem conquistado resultados cada vez mais positivos nos Jogos Olímpicos e em diversas competições.

 

O Japão também é local de uma série de maratonas internacionais, que atraem nomes famosos do mundo inteiro.

No inverno, muitos proeminentes locais de prática do esqui no Japão ficam apinhados de fãs do esqui. O Japão já foi sede de várias competições internacionais, como os Jogos Olímpicos de Inverno de 1972, os de 1998 e as Olimpíadas de 1964 em que o judô foi incluído como modalidade olímpica.O histórico de participações do Japão nos Jogos Olímpicos remonta a 1912 em Estocolmo e desde 1964 o país participou de todos os eventos olímpicos, a não ser por um breve momento em 1980. Em 2002, o país sediou a Copa do Mundo de Futebol em conjunto com a Coreia do Sul, chegando à fase de oitavas-de-final. Na edição seguinte, a equipe nacional que era comandada por Zico não repetiu o sucesso e foi eliminada na primeira fase da competição

O Governo japones criou diversos programas de turismo, para a pratica de esporte la no japao , um deles é o Conselho Ninja .

 

  • CONSELHO NINJA

O Conselho Ninja Japonês não saiu de um filme de série B dos anos 80. É, sim, um conjunto de académicos e empresários interessados em explorar esta arte marcial milenar e fazer com que ajude a trazer turistas ao Japão. Para já, tenciona abrir uma academia para ensinar a arte. Outro projeto é abrir um Museu do Ninja em Tóquio, no próximo ano.

 

  • FUTEBOL

O futebol no Japão começou a crescer com a chegada do jogador brasileiro Zico ao campeonato local que surgia, a J-League, criada em 1992. Sendo já o segundo esporte mais praticado nas escolas procura-se gerar uma cultura do futebol que garanta sua prática pela população. Desde então, os clubes da liga contam com muitos atletas estrangeiros, principalmente brasileiros.

 

  • JUDÔ

O governo japonês, criou uma escola de lutas imensa, conhecida mundialmente. Seu nome é Kodokan, os atletas que participam dessa escola de artes marciais são considerados imbatíveis, e entre eles, muitos estrangeiros são trazidos pelo governo para darem aulas, ou ate mesmo ganham bolsas para fazerem aulas lá.

  • KARATÊ

O Karate é uma das artes marciais mais praticadas no Japão , e também no mundo, cujo também tem uma participação muito forte, na escola de artes marciais Kodokan, o governo investe muito, e vai atrás atletas de diversos países do mundo para competições e também para terem aulas e aprenderem mais coisas sobre a cultura do país.

 

  • KENDO

Uma instituição que ajudou muito o processo de evolução do kendo no japao foi a Dai Nippon Butokukai (Grande Sociedade da Virtude Marcial do Japão), criada em 1895 para que fosse divulgada a tradição marcial do país. A Butokukai criou torneios anuais das mais diversas artes marciais como kendo e arco e flecha e contaram com a participação de diversos paises. A instituição no ano de 1911 tinha quase 1,8 milhão de associados, segundo seus próprios registros. Após a criação da Butokukai, o kendo, assim como outras artes marciais japonesas, adquire um papel de sistema de educação que passa os conceitos considerados importantes para o "Espírito Japonês", isso aconteceu após a preservação dos valores tradicionais dos guerreiros e os colocou em prática nas escolas públicas, em aulas de educação física. Com a criação dessa organização inicia o processo de nacionalização e modernização das artes marciais.

 

  • TENIS DE MESA

O japao possui uma das melhores escolas de tenis de mesa do mundo, estando atualmente na quinta posição mundial. Por isso junto um bom público para assistir as partidas, quase todos os tipos de esportes, tanto tradicionais como os modernos, tem muitos adeptos no Japão de hoje. Os jornais e revistas sobre esportes são lidos com frequência. Multidões enchem os estádios nos principais eventos atléticos, e mais alguns milhões assistem pela tv. Muitos fanáticos pelo esporte saem de seus paises de origem para ir ate o japao assistir os jogos de verão contribuindo assim para o turismo.

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  1. TURISMO RELIGIOSO

 

A religião no Japão é: 51,82% Shinto ou sem religião, 34,9% Budista, 4% Organizações Shinto e Outros, 2,3% de Cristianismo. 6,98%. (ver índice 3)

Muitos japoneses consideram-se tanto xintoístas quanto budistas, o que explica o fato de as duas religiões terem, somadas, aproximadamente 195 milhões de membros (dados de 1996), ou seja, mais do que a população total do Japão, de cerca de 127 milhões de pessoas.

 

  • XINTOÍSMO

O Xintoísmo é uma religião puramente japonesa, cuja origem se encontra na sua história primitiva. É uma das mais antigas religiões do mundo. Os japoneses têm um amor feroz por sua terra e acreditam que as ilhas japonesas foram a primeira criação divina. Na verdade, o Xintoísmo ensina que nenhuma outra terra é divina, tornando o Japão uma terra singular no mundo. Não surpreendentemente, o Xintoísmo não é popular fora do Japão.
 

As duas doutrinas xintoístas fundamentais são de que o Japão é o país dos deuses e que o seu povo é descendente dos deuses. Este conceito de ascendência divina do povo japonês, assim como a origem divina da terra, tem dado origem a uma convicção de superioridade sobre outros países e povos. Com a exceção de algumas seitas designadas de Xintoísmo, a religião não tem fundador, escritos sagrados ou conjunto oficial de crenças. A adoração ocorre em um dos inúmeros santuários do país, embora muitos japoneses tenham altares em sua casa para um ou mais de um grande número de divindades.
 

A palavra Shinto vem da palavra chinesa Shen-tao, que significa "o caminho dos deuses". Uma das principais características do Xintoísmo é a noção de kami, o conceito de poder sagrado tanto em objetos animados quanto inanimados. Há em Shinto um poderoso sentido da presença dos deuses e espíritos da natureza. Os deuses do Xintoísmo são numerosos demais para serem agrupados em uma hierarquia, mas a deusa do sol Amaterasu é altamente reverenciada, e o seu grande templo imperial está localizado a cerca de 320 km ao sudoeste de Tóquio. Shinto ensina que o povo japonês descendeu de kami.

 

  • CRISTIANISMO

O cristianismo apareceu no Japão no século XVI pelo jesuíta Francisco Xavier que chegou num período pós conflito, então a religião acabou sendo bem aceita por aqueles que procuravam uma esperança.

Ele foi apoiado por governadores japoneses, mas o principal foco deles era conseguir benefícios com armas de fogo e navios.

 

Pouco tempo depois, Hideyoshi decidiu que os missionários estavam proibidos de pregar o evangelho. Igrejas foram destruídas, mas ainda havia uma comunidade ao sul com 12 mil fiéis, que crescia cada vez mais. A raiva de Hideyoshi não parou por ai, ele executou 26 cristãos na cruz.

 

Os portos foram fechados para impedir contato com o ocidente, e por cerca 250 anos o cristianismo ficou proibido, até que em 1873 a religião foi reconhecida.

 

BUDISMO

A história do budismo no Japão pode ser dividida em três períodos: o Período Nara (até o ano 784), o Período Heian (794–1185) e o Período Pós-Heian (de 1185 em diante). Cada período testemunhou a introdução de novas doutrinas e revoltas nas escolas já existentes

.

A chegada do budismo no Japão é uma consequência dos primeiros contatos entre a China e a Ásia central, que ocorreram com o estabelecimento da Rota da seda (Rota da seda era uma série de rotas interligadas através da Ásia do Sul, usadas no comércio da seda entre o Oriente e a Europa) no século II a.c

 

A partir da Coreia e da China, o budismo foi introduzido no Japão em meados do século VI. Em 593, o príncipe Shotoku declarou-o como religião do Estado, mas o budismo foi até à Idade Média um movimento ligado à corte e à aristocracia sem larga adesão popular (os missionários coreanos tinham apresentado à corte japonesa o budismo como elemento de proteção nacional). Durante a era Nara (710-794)-Héian (794-1185), várias seitas de expressão chinesa começaram a implantar-se no Japão. Durante a era Kamakura (1185-1333), o budismo populariza-se finalmente com as escolas Terra Pura, Nichiren e Zen (Chan) nas suas principais vertentes chinesas das escolas Rinzai (Linji) e Soto (Caodong).

 

O Budismo chegou ao Japão devido ao intercâmbio cultural entre a península coreana e o arquipélago japonês. Como o Budismo tem muitos pontos em comum com a religião nativa japonesa, o shinto, ele foi rapidamente assimilado pelo povo do país. O grande sucesso do budismo no arquipélago japonês se deve ao fato que ele provê uma escatologia individual à vida espiritual dos japoneses, enquanto mantêm a visão politeísta do Universo, que combina com os vários pontos da religião shinto.

 Subdivisões do budismo

Ao longo de sua existência, a milenar filosofia do budismo se dividiu, se modernizou e se adaptou às novas necessidades que apareciam diante dos homens. Nesse processo, surgiram novas interpretações de antigos ensinamentos e, consequentemente, novas vertentes da religião. Muitos fundamentos primordiais do budismo, como a crença em um ciclo de renascimentos e as noções de dharma e karma, são comuns a todas as escolas. No entanto, alguns conceitos apresentam profundas variações de vertente para vertente.

  • Theravada, a escola clássica

Considerada a mais conservadora , a Theravada se recusa a mudar qualquer ensinamento que tenha sido transmitido por Buda, mantendo-se fiel às suas lições por mais de dois mil anos.

  • Mahayana, a primeira vertente

Passados mais de quatro mil anos do surgimento do budismo, a necessidade de adaptá-lo às novas necessidades do homem deu origem à escola Mahayana. Conhecida por se preocupar com o próximo, tem como maior objetivo a salvação da humanidade

  • Vajrayana, a mais recente

Originada a partir do budismo Mahayana, a essência de Vajrayana é o reconhecimento de que todo e qualquer ser humano pode atingir o estágio budíco (tornar-se Buda) e entrar em comunhão total com a perfeição que há na natureza.

 

  • TEMPO MAIS VISITADOS

O principal templo de Nara é o Todaiji o templo recebeu este nome por situar-se a leste do Palácio Heijo. O templo abriga a maior estátua do mundo de bronze, conhecido no Japão simplesmente como Daibutsu e também serve como sede da escola de budismo Kegon. Todai-ji é classificado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade.

  • Templo Kiyomizu-dera: Construído em 798 e modificado para a forma atual em 1663, este templo rodeado por pagodas é feito com madeira e fica em meio a uma floresta, de onde se avista toda a cidade. (ver referência 6)

  • Asakusa é o templo budista mais antigo de Tóquio, e apesar de ter sofrido com os bombardeios da segunda guerra mundial e ter sido parcialmente, ele ainda conserva muito de sua beleza e estrutura original. (ver referência 7)

  • Templo Sensoji é um templo budista localizado em Asakusa e um dos mais importantes. Ele está associada com a seita budista Tendai , que se tornou independente após a II Guerra Mundial. (ver referência 8)

  • Templo Meiji-jingu este templo fica dentro de um parque muito bonito e está localizado bem pertinho da rua de compras mais famosa de Tóquio - a Takeshita Dori. Aqui, na noite de Ano Novo, as pessoas costumam vir para festejar e pedir proteção aos deuses. (ver referência 9)

  • Templo Kinkaku-ji é conhecido como "templo dourado".Situado na cidade de Quioto no Japão e rodeado pelo Kyōko-chi (lago espelhado). Todo o pavilhão, exceto o rés-de-chão (andar térreo), está coberto de folha de ouro puro e no telhado do pavilhão está uma fenghuang dourada (fénix chinesa). (ver referência 10)

 

  • OUTRAS RELIGIÕES

O século XX foi marcado pelo surgimento de novas religiões no país, como o Confucionismo, Taoísmo e Xamanismo. O mais interessante e importante é que no Japão as diferentes crenças conseguem viver em harmonia, uma respeitando a outra.

  • Confucionismo

O confucianismo é um sistema filosófico chinês criado por Kung-Fu-Tsé. Entre as preocupações do confucionismo estão a moral, a política, a pedagogia e a religião. Conhecida pelos chineses como "ensinamentos dos sábios". Fundamentada nos ensinamentos de seu mestre, O confucionismo é considerado uma filosofia, ética social, ideologia política, tradição literária e um modo de vida.

  • Taoísmo

O taoísmo é uma tradição filosófica e religiosa que não se configurou como uma religião, no sentido mais comum do termo mas sim, uma combinação de ensinamentos de várias fontes, manifestando-se como um sistema que pode ser filosófico, religioso ou ético.

Tem como conceito chave o Tao, palavra que em chinês pode significar “caminho”, “estrada”, “curso” ou “método".

  • Xamanismo

Xamanismo é um conjunto de crenças ancestrais que engloba práticas de magia e evocações para estabelecer contato com o mundo espiritual.

O xamanismo é uma percepção religiosa que confere ao xamã, a capacidade de entrar em transe e se conectar com o mundo espiritual.

MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICAS NO JAPÃO E COREIA DO SUL

 

ANIME

Anime é um termo que define os desenhos animados de origem japonesa e também os elementos relacionados a estes desenhos. No Japão, anime se refere à animação em geral.

Os temas abordados nos animes são bem variados (dramas, ficção, terror, aventura, psicologia, romance, comportamento, mitologia, etc.). Outra importante característica dos animes atuais é a ocorrência de elementos tecnológicos nos enredos das histórias.

A indústria de anime consiste em mais de 430 estúdios de produção, incluindo grandes nomes como o Studio Ghibli, Gainax e Toei Animation.

Os animes atingem a maioria das vendas de DVD e têm sido um sucesso internacional após a ascensão de dublagens em exibições televisionadas. Este aumento da popularidade internacional resultou em produções não-japonesas usando o estilo de arte do anime, mas essas obras têm sido definidas como Animação influenciada por animês, tanto por fãs quanto pela indústria.

Os animes apresentam características bastante distintas, como o uso de uma direção de arte ágil, enquadramentos ousados, muito movimento de cena e a abordagem de temas variados, como por exemplo, ficção científica, aventura, terror, infantil, romance, etc. É bastante comum, mesmo nas produções infantis, se encontrar situações de humor adultas.

Há também na animação japonesa grande presença de personagens andróginos e da homossexualidade, geralmente sutil. As duas características são reflexos da cultura japonesa, onde não há muita distinção entre homossexuais e andróginos com heteros. Mas fora deste contexto, como aqui no Ocidente, essas ações acabam por ser muitas vezes mal interpretadas, levando em muitos casos à censura e adaptação de personagens.

Em muitas produções podemos conferir caracterizações exageradas de sinais visíveis de sentimentos. Alguns exemplos seriam:

·         Gota de água que aparece do lado do rosto do personagem representando constrangimento.

·         Dentes e chifres aparecendo repentinamente nos personagens representando raiva ou maldade

·         .Diminuição súbita do personagem representando vergonha.

·         Nervos estilizados na testa de um personagem, também representando raiva.

 

 KPOP

 Em 1990 foi a estreia do grupo Seo Tai-Ji & Boys em 1992 foi um ponto importante para a música popular na Coreia do Sul. Incorporando elementos de rap rock e techno. Duplas de hip hop como Deux também foram popular no começo de 1990.

A fundação da maior agência de talentos da Coreia do Sul, S.M. Entertainment, em 1995 pelo empresário Lee Soo Man levou aos primeiros girl grops e boy bands. No fim dos anos 90, YG Entertainmente, DSP Media e JYP Entertainment entraram na cena e começaram a produzir talentos tão rápido quanto o público conseguia consumi-lo.

Grupos como S.E.S, Fin.K.L, H.O.T, Sechs Kies, G.O.D e Shinhwa tiveram muito sucesso nos anos 90. Durante esse período também houve a emergência do hip hop e R&B na Coreia, leando ao sucesso de artistas incluindo Drunken Tiger.

 

 Hoje, aprendizagem é a estratégia universal para o sucesso de girl groups, boy bands e artistas solos na indústria do K-pop. Para garantir a alta probabilidade de sucesso do novo talento, as agências de talento totalmente subsidiam e supervisionam a vida profissional e a carreira dos trainess, normalmente gastando mais de $400,000 para treinar e lançar um novo artista. Através dessa prática de aprendizado, que normalmente dura dois anos ou mais, trainees afiam suas vozes, aprendem coreografias profissionais, esculpem a forma e o corpo através de exercícios e aprendem várias linguagens sem deixar a escola de lado.

K-pop está ganhando influência firmemente em mercados estrangeiros não-asiáticos, mais notavelmente nos Estados Unidos, Canadá e Austrália.

 

Em 2001, Kim Bum Soo se tornou o primeiro cantor coreano a entrar para o chart Billboard Hot 100 com seu single, "Hello Goodbye Hello". Eu um esforço para globalizar ainda mais o gênero, artistas coreanos então trabalhando cada vez mais com talento fora da Coreia. Nos Estados Unidos, artistas coreanos estão fazendo tours com artistas como os Jonas Brothers e colaborando com produtores bem conhecidos incluindo Kanye West, Teddy Riley, Diplo, Rodney Jerkins e Will.I.Am.

Além disso, os vídeos dos artistas coreanos chamam atenção por suas produções, cores e figurino, tudo em harmonia com coreografias perfeitas. Um dos cenários mais usados nos clipes, dependendo da empresa que o produz, são as famosas "caixinhas". Tudo é feito em um único ambiente fechado. Cada agência segue um estilo de filmagem, mas três versões se destacam: a só com dança, a dramática (que conta uma historinha), e a versão que intercala as duas num vídeo só.

Quando um vídeo tem um roteiro mais intenso e se passa em outro país, ele acaba custando caro para ser produzido. Mas ninguém se importa: eles sabem que no final aquilo vai dar lucro! B.A.P, grupo que estreou em 2012, lançou o vídeo mais caro da história do K-Pop ao investir cerca de US$ 1 milhão de dólares na trama. Enquanto o Infinite foi o primeiro grupo a gravar nos famosos estúdios da Universal, nos Estados Unidos, onde foram feitos filmes como "Transformers" e "O Espetacular Homem-Aranha".

Tal universo grandioso chama a atenção dos fãs. Maíra Carneiro, estudante de Direito, explicou que muitas vezes não liga para a música e sim para o vídeo, "A produção, a sincronia nas coreografias, é tudo de encher os olhos. Às vezes eu nem gosto da música, mas sempre presto atenção na dança e no vídeo."

Existem duas opções para entrar no seleto grupo dos astros do K-Pop: fazer audições em agências de entretenimento ou tentar a sorte nos programas de talentos na TV, como "The Voice Korea", "Kpopstar" e "Superstar K2". Passada a seleção nas empresas, os candidatos começam a ter aulas de canto, dança e interpretação para se tornarem artistas completos.Com todos esses ingredientes misturados seria impossível não criar algo que encantasse muita gente. Grupos como Girl's Generation, Super Junior, Big Bang, 2NE1, Wonder Girls, 2PM, Beast e 4Minute são exemplos não só de sucesso na Coreia como também no mundo todo.

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